mediaJET Museum Natural Velvet 300
Papel 100% algodão, com acabamento mate, com um tom de branco natural, livre de ácidos e sem branqueadores ópticos. Permite impressões de arte de alta qualidade com uma gama de cores muito ampla e um alto D-Max.
O mediaJET Museum Natural Velvet 300, tem uma superfície típica de cotton rag, com um toque suave.


SUBSTRATO
100% fibras de algodão

ACABAMENTO E SUPERFÍCIE
Acabamento mate. Superfície texturada mas suave.

VALOR DE BRANCO
Branco natural. (86,0% com iluminantes D65/10°)

OBA
Ausentes
| Espessura | Opacidade | Valor pH | Livre de ácidos | Tamponado com CaCO3 | Resistência à água |
|---|---|---|---|---|---|
| 0,48 mm | >98% | 7,0 (DIN 53124) | SIM | SIM | Muito elevada |
| Espessura | Opacidade |
|---|---|
| 0,48 mm | >98% |
| Valor pH | Livre de Ácidos |
|---|---|
| 7,0 (DIN 53124) | SIM |
| Tamponado com CaCO3 | Resistência à água |
|---|---|
| SIM | Muito elevada |
Tentamos manter todos os dados atualizados e corretos, mas se uma das especificações se apresentar como verdadeiramente crítica para a sua escolha ou decisão, confirme por favor no site do fabricante em mediaJET.
Pode também descarregar a folha informativa do mediaJET Museum Natural Velvet 300 (PDF)
Informação adicional sobre termos usados na descrição de papéis para impressão giclée e fine art…
O peso, a gramatura, ou a gramagem de um papel, refere-se à massa do papel medida em gramas por metro quadrado (g/m²). Essa medida indica a densidade do papel, ou seja, o quão pesado e espesso ele é por unidade de área. A gramatura é um dos principais fatores que afetam a qualidade, a textura, a opacidade e a rigidez do papel.
Em termos práticos, papéis com gramaturas mais baixas são mais finos e flexíveis, enquanto os de gramaturas mais altas são mais grossos e rígidos.
Como exemplo:
– Papel de jornal: Geralmente possui uma gramatura entre 45 g/m² a 50 g/m², sendo bastante fino e um pouco transparente.
– Papel de escritório: Frequentemente usado em impressoras e copiadoras, tem uma gramatura em torno de 80 g/m² a 100 g/m².
– Cartolina: Possui uma gramatura que pode variar de 150 g/m² a 300 g/m², sendo mais rígida e opaca.
– Papel para aquarela ou impressões fine art: Pode ter gramaturas que vão de 230 g/m² a 640 g/m² ou mais, oferecendo uma alta rigidez e extraordinária capacidade de absorção. Os papéis giclée ou fineart europeus estão geralmente na vizinhança dos 300 g/m². Contudo, o mesmo tipo de papéis, mas com origem em países como o Japão – os papéis Awagami, que também comercializamos – são disso exemplo, são tradicionalmente muito mais leves, começando mesmo em torno das 40 g/m².
A escolha da gramatura adequada depende do uso pretendido para o papel. Muitas vezes a decisão centra-se mais no aspeto estético e funcional do que nas questões da longevidade ou resistência mecânica dos papéis. E assim deve ser, arriscamos dizer!
Os papéis para impressão são, maioritariamente, produzidos de uma das duas seguintes formas:
Os papéis revestidos com resina (RC ou resin coated). Estes usam menos fibra e substituem essa mesma fibra por resina (que é apenas um nome bonito para “plástico”). Isso significa que esses papéis são baratos, fortes e robustos, mas tendem a ser menos atraentes ao toque e a aceitar menos tinta. Tendem a ser muito populares nos mercados de consumo;
Os papéis à base de fibras naturais. São papéis tradicionais feitos sem plásticos e que usam apenas fibras vegetais. Tendem a aceitar mais tinta e têm uma aparência mais atraente. São os papéis preferidos da esmagadora maioria de nossos clientes e aqueles que usamos – praticamente sempre – no nosso processo de impressão.
As possibilidades são muitas e incluem:
– Pasta de celulose – também chamada de polpa de madeira ou pasta de madeira – é a forma mais comum (e mais barata) de produzir papel;
– Alfa-celulose – a porção mais nobre da polpa de celulose. Vulgarmente testado para características de arquivo semelhantes às do algodão;
– Algodão – a fibra mais comum para a produção de suportes para belas-artes (ou fine art). Leia mais sobre este assunto nas nossas FAQ.
Bambu, agave, cânhamo, cana-de-açucar, são alternativas ecologicamente mais sustentáveis que o algodão. Muitas outras fibras vegetais (por exemplo amoreira) podem ser usadas para produzir papel com características arquivística
Na informação que passamos aos nossos clientes dividimos esta característica em seis grupos e nem sempre de acordo com aquilo que um fabricante escreve na embalagem.
– Fosco (ou Mate) – liso ou com textura;
– Brilho – semi-brilhante, brilhante e alto brilho;
– Duo (frente e verso) – papéis especiais (como o Photo Rag Duo) que podem ser imprimidos com qualidade total em ambos os lados.
Definimos a “brancura” do papel, da seguinte forma:
– Branco frio – um papel com uma tonalidade fria (azul);
– Muito branco – um papel mais branco que os papéis de branco natural, mas sem a tonalidade azulada de um branco frio;
– Branco (ou branco natural) – um branco natural (não tão branco como o branco brilhante). A maioria dos cotton rag caem nesta categoria;
– Quente – um papel claramente mais quente (amarelo);
– Perlescente – papel com um tom cinza quente (geralmente encontrado nos papéis metálicos).
OBA ou OBAs, sigla de Optical Brightening Agents – em português “Agentes de alvura” ou mesmo “agentes de brilho óptico” – são compostos químicos adicionados ao revestimento de alguns papéis. São usados para realçar a aparência da cor, branqueando o papel aumentando a quantidade de luz azul refletida e, como resultado, compensando os tons amarelos naturais. Diferentes papéis contêm diferentes níveis de OBAs, pode confirmar se um papel contém agentes de brilho óptico colocando uma folha sob uma luz ultravioleta, se ela indicar uma coloração roxa, então contém OBAs, quanto mais brilhante a luz roxa, mais OBAs no papel.
Em termos mais técnicos, um OBA, ou alvejante óptico, é uma anilina incolor, que absorve radiação ultravioleta e a emite como radiação visível. A presença do alvejante óptico no papel impõe uma reflexão predominante na região do azul do espectro, influenciando positivamente a reprodução de cores frias (verdes, azuis e derivadas destas), interferindo por isso negativamente na reprodução de cores quentes.
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